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A verdadeira Ditadura

Morei no Canadá por um tempo. E lá, entre tantos estrangeiros, conheci um angolano. Engraçado, figuraça! E ele me disse, quando afirmei, cheio de pompa, que vivíamos uma guerra civil no Rio de Janeiro (por conta do tráfico de drogas no início dos anos 2000): "Eu nasci na guerra, você não sabe o que é uma guerra civil...". Calei.  Hoje, ao ver imagens da Venezuela, ouvir os comentários sobre a Argentina, e pasmar com os comentários daqueles que afirmam que vivemos numa ditadura, num Estado de exceção, resolvi escrever sobre a ditadura. Mas aí, encontrei o texto de Hildegard Angel, filha de Zuzu Angel, irmã de Stuart Angel. Socialite, escreve (ou escrevia) um monte de futilidades (para mim) no Jornal "O Dia" do Rio de Janeiro. Apesar disso, ela viveu a perda do irmão e da mãe para a ditadura militar brasileira. Afirma que as corrupções também existiam, só que sem Justiça, investigação ou CPI. O comunismo que veio (o medo vermelho que tinham...), foi a frota norte...

Desculpas imperdoáveis, hipocrisia e politicamente chato

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Resolvi escrever de novo. Escrevo para me sentir liberto. Liberto de um monte de ideias que me atormentam. Ouço bobagens, leio sandices, escrevo idiotices. Sim, não estou isento. Mas procuro exercer algum olhar crítico de tudo o que leio. Por que sempre somos influenciados. Bom, e porque há coisas muito chatas nas redes sociais. Também na vida, mas muito mais nesse novo fórum, aberto a todo tipo de ideias (e isso é muito bom), mas que apresentam idiossincrasias. Coisas como "a culpa é do PT", "o Lula é o demônio", "Venezuela é uma ditadura, assim como o Brasil", "o ator tal é bicha", "ungido de Deus", "benção é dinheiro, e vice e versa", "corintiano é tudo ladrão", etc. Exageros. Chatices! Mas vamos em frente, aos que ainda quererão ler... Li um texto ótimo da colunista Lúcia Guimarães, com o título "Desculpas Imperdoáveis", no Estadão de ontem (17/02/14). Ela cita a situação da professora da PUC-RJ que...

A PRIVATARIA TUCANA - Livro de Amaury Ribeiro Jr.

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Encontro com meu coração febril, dolorido. Isso porque sou um otimista. Não apenas sou internamente um otimista, mas declaro meu otimismo, compartilho esperança e fé por onde passo. Sou assim, além de bem humorado. Vejo melhoras no país, na estrutura como um todo, nas melhores condições de vida dos mais pobres. Na ascensão da classe chamada de "C", que comem mais, curtem mais a vida. Nem tudo são flores, eu bem sei. Mas melhorou, graças a Deus. Fui concursado da Telerj (empresa de telecomunicações do Rio de Janeiro) e enfrentei o período da privatização da mesma. Começo dizendo isso por causa do livro que estou lendo. Internamente passei em outro concurso e fui para a recém criada Telerj Celular. A fixa seria comprada pela Telemar (hoje Oi) e a móvel pela Telefonica de Espanha (hoje Vivo). Acompanhei de perto a sucatização cada vez maior da empresa estatal, com críticas de todos os lados, valor de mensalidade ridícula e qualidade péssima. E a mídia, sim, sempre a fav...

Pausa para uma conversa com o Beija Flor

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Já fiz um filho, escrevi um livro e plantei uma árvore. Já posso morrer. Mas quero muito viver. Venho de uma família, por parte de minha mãe, que viveu pouco. Muitas perdas. Perdas são dolorosas demais. Com o passar dos anos, a sensibilidade pelas pequenas coisas aumenta de maneira exponencial. Hoje em dia paro para ver o voo dos passarinhos, ouvir o som estridente de uma ou várias maritacas. Antes não tinha tempo para nada. E o antes não é tão distante assim. Entrei em 2014 com uma liberdade diferente de tantos outros anos. E me redescobri menino. Um menino grandão, meio grisalho. Um menino que não quer crescer, mas não digo como alguns adultos de hoje em dia que são ótimos vivendo na casa dos pais. Apenas me quero menino. Sonhos e ambições de menino invadem meu coração e mente. E quais são, meu bom Deus, as ambições de um menino?! Poucas. Pois é, me descobri com poucas ambições, mas nem por isso com sonhos diminutos. E me deparei com essa pintura na parede do SESC...

Feliz Ano Novo (2014)... Feliz Dia... Feliz! =)

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O ano de 2013 foi, digamos... muito diferente em minha vida. Muitas novidades, muitas dores. Mas muitos sorrisos e momentos de prazer e alegria. Gente que chega pra ficar e gente que vai pra nunca mais... em alguns casos, graças a Deus! (rsrs) Porque tenho mais do que preciso. Porque sou feliz. Muito feliz. E o Facebook não serve para eu "arrotar" minha alegria, ou felicidade. Mas para, talvez, estimular alguns a acreditarem em dias melhores, de alguém que experimentou dias d ... e dores nos 40 anos de vida, mas em especial em 2013. E a Alegria deve começar, sempre, dentro de nós. De dentro pra fora. A solidão é uma grande oportunidade para a solitude. Nem sempre aproveitada. Mas o crescimento na dor e no sofrimento é muito mais claro e óbvio do que em qualquer outra situação. E a dor veio. E surpresas nada agradáveis. E que bom que vieram, pois me tiraram de minha inércia e me mostraram um mundo de possibilidades! Livre. Absolutamente livre! E o ano terminou. E o...

40 Anos de Vida

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  Planejei escrever algo para comemorar meus 40 anos e também para agradecer tantas manifestações de carinho via redes sociais, telefonemas, nas muitas viagens que fiz nos últimos dias e nos encontros inesquecíveis que tive. Ceará, Pernambuco ... , Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo. Delícia demais! Mas lembrei que, há algumas semanas, me deparei, antes de uma reunião, com um texto do Ricardo Gondim em um quadro, exposto, e que, absolutamente, diz o que eu gostaria de dizer. Só que muito melhor do que eu teria feito.   Como diz o grande Chico Buarque, "feito avarento, conto os meus minutos, cada segundo que se esvai". Estou curtindo muito mais a vida hoje. Aproveitando todos os momentos, e agora convidando você a fazer o mesmo.   Segue o texto e a foto que, emocionado e enxugando as lágrimas pré-reunião, tirei para não esquecer.   Obrigado a todas e todos e um grande beijo no coração, como me é de costume distribuir por aí. _____________________...

TROTE SOLIDÁRIO MACKENZIE-SP COM KLEBER LUCAS

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Trote Solidário no Mackenzie – São Paulo – 4 de Fevereiro de 2013 com Kleber Lucas O que fomos ver no Trote Solidário do MACKENZIE? “O que vocês foram ver no deserto?”.   Lucas 7:24a Numa organização cristã, de 142 anos, muita solidariedade e histórias envolvidas. E o Mackenzie continua contando histórias, influenciando pessoas e exercitando sua solidariedade. Princípio do Reino de Deus. Crianças fazendo parte de um Fundo MackBolsas, estudando em um Colégio maravilhoso, mesmo sem terem condições financeiras para isso. Bondade. E o Trote Solidário serviu como apresentação de ações como essa, e os artistas doaram, generosamente, boa parte de seus cachês para o Fundo MackBolsas. Mas o que se esperava ver (e ouvir) de um cantor, compositor, músico como Kleber Lucas no encerramento do Trote Solidário? Alguém respeitado por sua qualidade musical indiscutível, sua voz marcante, afinação e uma banda ajustada e eficiente. O que se esperava ouvir e ver? Boa música. Muito boa....