Sei que eu já disse isso, ou melhor, já escrevi isso. Mas agora vai. Mais ou menos como dieta que começa na segunda-feira. Temos que acreditar! E acho que agora vai. O maior motivo é a confusão que vejo dia-a-dia. O Sarney, brasileiras e brasileiros, que, não satisfeito de ter quase acabado com o país, com seus intermináveis planos heterodoxos na economia, com gatilhos e desatinos que nos levaram à megahiperinflação. Termos só conhecido até então no Brasil, creio eu. Mas deste último comentário não tenho certeza. A gente escreve certezas e achismos. Fazem partes de tudo, não é mesmo. Mas tenho certeza de que quero que o Sarney saia imediatamente do Senado. Largue a mamata que viveu por toda uma vida e que, mesmo já milhonário, continua gostando. É o jogo do poder e seus benefícios. Mas não há profeta naquela casa. Salvo Pedro Simon, a turma do PSOL, Jarder Barbalho, o Arns e mais um ou outro. Talvez só mais um. E os "evangélicos"??? Todo mundo na bocadinha. É aquela história,...
Lembro de quando, no período da forte onda neoliberal, muito se falava em globalização. E dentre as coisas mais temidas na globalização, estava a fusão entre empresas e, consequentemente, a incorporação de um determinada área por outra e o aproveitamento ou não de muitos de seus funcionários com atividades similares. Quando se tinha sorte, o funcionário “ganhava” o direito de permanecer na empresa. Mas, muitas vezes, não na mesma cidade. E lá no meu Rio de Janeiro, ouvi (e talvez tenha dito também)... “Cara, só não me peçam pra morar em São Paulo!”. Pois é. Há dois anos aceitei o desafio de morar lá, mesmo que sem fusão. E nessa con-fusão, sou grato pelos dois anos vividos na terra da garoa e que passaram... bem, passaram devagar, com toda a certeza! E aqui, deixo uma breve homenagem a esta mega-hiper-ultra-cidade (com todos os hífens que tenho ou não tenho direito). São Paulo, Sampa, a “cidade sangue quente” – bem poderia dizer a carioquíssima Fernanda Abreu. A cidade ...
Ódio ao time adversário. Sim! Por que nascemos e alguém que amamos nos ensinou que aquele era o time a torcer. O outro torce para outra camisa, outras cores, outra bandeira, outros gritos de guerra. O outro, quando ganha de nós, nos provoca, irrita. Então passamos a detestar o time adversário e celebramos suas derrotas. No entanto, há jogos em que as vitórias não duram apenas uma semana. Duram quatro anos. O que dizer do ódio ao adversário?! Se multiplica. E em tempos de redes sociais (termo criado para falar do acesso virtual para que todos tenham opinião, e possam expressá-las livremente), todo mundo escreve o que pensa. O que outro pensou, ou aquilo com que se identificou mais. Legítimo. Apesar do ódio ao adversário, aprendemos, desde pequenos que, mesmo contrariados precisamos saber perder. Mesmo quando temos a convicção interna de que éramos merecedores da vitória, de melhor sorte, por que jogamos melhor, blá, blá, blá... Saber perder no esporte precisa, urgentemente ser ente...
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